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  • Foto do escritorSamuel Pedrini

Sensor EGPS: Entenda como funciona e saiba como identificar defeitos



O sensor EGPS, também conhecido como sensor de pressão dos gases de escape, é um componente importante do sistema de controle de emissões dos veículos modernos. Ele mede a pressão dos gases de escape e envia um sinal ao módulo de controle do motor, que ajusta a quantidade de combustível que é injetada no motor para manter os níveis de emissões dentro dos limites regulamentares.

O sensor EGPS é geralmente localizado na tubulação de escape, logo após o conversor catalítico. Ele consiste em um pequeno sensor de pressão, que é conectado eletronicamente ao módulo de controle do motor. Quando os gases de escape passam pelo sensor, a pressão exercida é medida e convertida em um sinal elétrico, que é enviado ao módulo de controle do motor.

Com base nos dados recebidos do sensor EGPS, o módulo de controle do motor é capaz de ajustar a quantidade de combustível que é injetada no motor. Se a pressão dos gases de escape é alta, o módulo de controle do motor irá reduzir a quantidade de combustível injetada para reduzir as emissões. Se a pressão é baixa, o módulo de controle do motor irá aumentar a quantidade de combustível injetada para melhorar o desempenho do motor.

É importante lembrar que o sensor EGPS é um componente crítico para o controle de emissões dos veículos modernos. Se ele falhar, o veículo pode emitir níveis excessivos de poluentes, além de experimentar problemas de desempenho e eficiência de combustível. Portanto, é importante manter o sensor EGPS em boas condições e substituí-lo imediatamente se houver algum problema.


Observação:

No caso dos sistemas a diesel, o EGPS é colocado na entrada e saída do filtro de partículas, para medir a pressão antes e depois do filtro e determinar o nível de saturação do mesmo. Isso permite que o sistema de controle de emissões realize a regeneração do filtro de forma adequada e eficiente.


Os defeitos mais comuns do sensor EGPS (Sensor de Pressão dos Gases de Escapamento) incluem:

  1. Falha eletrônica: o sensor pode apresentar falhas em sua parte eletrônica, resultando em mau funcionamento do sistema de controle de emissões. Isso pode fazer com que o veículo emita níveis excessivos de poluentes.

  2. Danos físicos: o sensor pode sofrer danos físicos causados por impactos, vibrações ou até mesmo problemas com o sistema de exaustão. Esses danos podem afetar a precisão das medições do sensor.

  3. Problemas de conexão: os problemas de conexão entre o sensor EGPS e o módulo de controle do motor também são relativamente comuns. Isso pode resultar em falhas na comunicação entre os dois componentes e prejudicar o desempenho do motor.

  4. Acúmulo de sujeira: o sensor pode acumular sujeira ou resíduos de combustão, o que pode afetar a precisão das medições do sensor.

  5. Problemas com o sistema de exaustão: problemas com o sistema de exaustão, como vazamentos ou obstruções, podem afetar a precisão das medições do sensor, resultando em falhas no sistema de controle de emissões.

Em geral, é importante realizar manutenções preventivas regularmente no sistema de exaustão e no sistema de controle de emissões do veículo, a fim de prevenir ou identificar rapidamente possíveis problemas no sensor EGPS ou em outros componentes críticos do sistema.

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